Annalítica
Anna Braga

Cultura analítica & tomada de decisão

A IA responde.
Os dados informam.
Mas decidir continua sendo uma ação humana.

Anna Braga Head of Laboratories · Cappra Institute
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01Quem sou

A maioria das pessoas não usa dados para decidir. Usa para se convencer.

Lidero os laboratórios analíticos do Cappra Institute, onde estou há sete anos. Antes passei por auditoria e risco na Deloitte e por análise de dados no Inter. Foi vendo os dois lados que cheguei nessa conclusão incômoda: muita gente já decidiu antes de olhar o número, e depois vai atrás do dado que confirma.

Trabalho com organizações e lideranças que querem mudar isso. E o que eu vejo, repetidamente, é que a barreira para a cultura analítica raramente é técnica. Ela é humana. Não adianta plugar IA em processos desenhados para um mundo onde decidir era um ato exclusivamente humano, e seguir operando como se nada tivesse mudado.

Cultura analítica não é sobre dashboard nem sobre volume de dados. É sobre criar ambientes onde dados, contexto e experiência trabalham juntos para gerar decisões melhores.

Anna Braga em palestra
Anna Braga
Anna Braga apresentando em evento
Anna Braga em painel de discussão
Anna Braga durante debate
Anna Braga apresentando em evento
02Palestras e eventos

Sobre o que eu falo

Quatro territórios que levo para lideranças e times, em palestras, imersões e formações. O recorte muda conforme o momento da empresa. O que não muda é o ponto de partida: como as decisões acontecem de verdade lá dentro.

Sua organização realmente usa dados para decidir?

Como as pessoas decidem, como os processos decisórios funcionam na prática, e a diferença entre decidir com dados e se justificar com eles.

Qual é o problema a ser resolvido?

Antes de qualquer IA, modelo ou solução, existe uma pergunta que a maioria pula. Como formular o problema de negócio, e por que começar pela tecnologia costuma produzir uma resposta impecável para a pergunta errada.

Como transformar dados em ativo estratégico?

A maioria das organizações trata a transformação analítica como um problema técnico. Ela raramente é. É conectar, educar e instrumentalizar pessoas em torno de processos e políticas, com a tecnologia como base e não como objetivo final.

Como estar na liderança dessa revolução?

Os comportamentos que separam quem lidera a virada AI-driven de quem só acumula piloto: redesenhar processos em vez de acoplar ferramenta, definir quem responde pelo quê, e tratar governança como acelerador.

Os registros das palestras e eventos mais recentes ficam no meu LinkedIn e no Instagram.

03O Radar Annalítica

Duas vezes por semana, o que aconteceu e o que fazer com isso.

Às segundas e quartas, 7h30, eu leio o que saiu sobre dados, IA, tecnologia, liderança e tomada de decisão. Separo cinco coisas que valem o seu tempo e jogo fora o resto.

Sem release de produto, sem hype sem número, sem "a IA vai mudar tudo". Cada item tem dado concreto, fonte checada e pelo menos uma notícia com recorte brasileiro.

O que aconteceu

O fato, o número e a fonte. Direto, sem enrolação e sem precisar clicar para entender.

Por que importa

A leitura por trás do fato. O que aquilo revela sobre o mercado e o que muda para quem lidera.

Para pensar

Uma pergunta ou um teste concreto para você levar para dentro da sua empresa nesta semana.

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